05/03/10

Olá Minhas amigas!

Hoje vamos falar de um assunto muito sério que já é realidade em 14% das mulheres que sofrem deste mal podendo começar logo após 1 semana depois do parto e pode perdurar mais de 1 ano após o nascimento da criança – é a Depressão Pós-parto.
E infelizmente existem pessoas que ainda acham que depressão pós-parto não seja uma doença e que nada mais é que uma tristeza boba e passageira ou manha da mãe.
Mas é sim uma doença grave, que precisa ser diagnosticado antes que prejudique tanto a mãe quanto o filho que acabara de nascer e precisa do carinho e dos cuidados fundamentais da mãe.

Antes mesmo de identificarmos os sintomas é melhor entender O QUE É A DEPRESSÃO PÓS-PARTO?

A depressão pós-parto pode apenas ser uma sensação de tristeza e passar a uma depressão grave que pode levar à incapacidade física e mental. A depressão pós-parto pode tornar-se numa depressão com consequências bastante graves, tanto para a mulher e para quem a rodeia. Contudo, a depressão pós-parto na maioria das mães recentes é algo passageiro, sem grandes consequências.

Mas ATENÇÃO!

Quanto mais depressa for detectada, mais depressa será tratada, diminuindo assim a gravidade das consequências. Conheço vários casos de depressão pós-parto em que a mãe não sente vontade sequer de viver, de cuidar de si mesma e de seu bebê recém-nascido, deixando a melhor fase e de maior vínculo entre mãe e filho para terceiros.

Quais são os sintomas da depressão pós-parto?

  • Irritabilidade, crises de choro constantes e ansiedade
  • Diminuição da energia, sensação de cansaço constante
  • Sensação de vazio e de tristeza constante
  • Desinteresse pelo bebê
  • Baixa auto-estima
  • Vontade de dormir muito ou de dormir muito pouco
  • Sentimentos de culpa, incapacidade, pessimismo, sensação de inutilidade
  • Perda de interesse nas atividades diárias
  • Perda de peso ou aumento de peso excessivo
  • Pensamentos de suicídio ou tentativa de suicídio
  • Dificuldade de concentração e falta de memória
  • Dificuldade em tomar decisões
  • Sintomas físicos como: problemas de pele, dores de cabeça, problemas digestivos, dores crônicas que não desaparecem.

    E a pior delas é a repulsa pelo bebê - é quando a mãe rejeita em cuidar do seu bebê e nem mesmo quer vê-lo. A mãe perde a energia e o olhar de ternura e alegria pela chegada do seu bebê em casa.  Ela não se sente feliz, chora constantemente e  não tem interesse por tudo que fez antes de chegar o bebê e nem mesmo se sente satisfeita em ter seu filho nos braços.

Como tratar a depressão pós-parto?

Em primeiro lugar, se suspeitar que pode estar sofrendo de depressão pós-parto deve dirigir-se a uma pessoa que você confia e sente segura somente em falar – esta pessoa  pode ser uma amiga, seu marido ou sua mãe, assim você já se sentirá mais aliviada em poder compartilhar este novo sentimento que está dentro de você. Caso a tristeza persista, fale urgentemente com o seu médico sobre os seus sintomas e a sua suspeita, falar de seus sentimentos sem medo . Usualmente a depressão é tratada com antidepressivos e combinada com psicoterapia. Contudo, os tratamentos variam de acordo com a gravidade da depressão. A medicação alivia os sintomas psíquicos e a psicoterapia ajuda a lidar com o problema.

Minhas amigas, pode ser que a tristeza apareça mas você precisa ser mais forte do que ela.

Sete em cada dez mães experimentam essa tristeza depois do parto. Também conhecida por blues, ela decorre de modificações neuro-hormonais. Do ponto de vista psicológico, essa emoção está associada a medo e ansiedade, que podem afetar o humor da mulher. Pense que a maternidade representa a passagem da condição de filha para a de mãe e isso mexe com qualquer mulher. A situação tende a se agravar em caso de gestação atribulada, parto difícil e insegurança em relação aos cuidados com o bebê. Aqui vale a pena conversar com pessoas que já passaram por isso ou mesmo médicos e psicólogos. Porém existe uma situação mais grave que já falamos aqui que é a depressão pós-parto. Ela leva a choros compulsivos, tristeza intensa, prostração e muita insegurança. Nesse caso, o mais recomendável é buscar ajuda profissional especializada e medicamentos podem ser necessários.

Eu, Carol Siqueira penso assim…

Lembrem-se que Deus providenciou para você o mais lindo e eterno amor que uma mulher pode ganhar e doar.
Nossos filhos sim , são a nossa razão de levantarmos todos os dias e agradecer a Ele por ter sido tão abençoada e com apenas um olhar deles e um sorriso basta para você esquecer qualquer tristeza. Por isso, desejo a todas mulheres, sem excessão, que sejam mães para entender que a vida é muito além do dia a dia. Que o futuro que a aguarda é muito mais brilhante e que a vida ganha outro sentido.

Então minhas amigas, se a tristeza vier junto com o seu bebê seja forte e lembre-se que ele é o seu maior tesouro e que tudo depende de você.
Bjos de Carol Siqueira.



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