26.04
2013

O que NÃO pode faltar no prato de nossas crianças!

Queridas amigas,

Muito se diz e a gente só lê o que devemos dar aos nossos filhos. Como alimentá-los, que de forma alimentá-los, quando alimentá-los e são tantas informações que até ficamos meio tontas e nem sabemos por onde começar.
Mas o FalaMamãe ajuda você a simplificar essa história.
Eu gosto de alimentar o meu filho de forma saudável mas sem neuras, sem proibições. Confesso que de um tempo pra cá estou bem mais seletiva e dou lugar às bobagens na mesa somente nos finais de semana ou até mesmo de 15 em 15 dias. Mas quem tem filho na mesma idade que o meu, quase 5 anos, é bem difícil controlar as guloseimas pelas inúmeras festinhas de aniversário e criança gosta mesmo é de balas, chocolates e guaraná.
Mas veja aqui o que NÃO pode faltar (de jeito nenhum!) no cardápio diário de seu filho de acordo com as deficiências mais comuns e que afetam o desenvolvimento das crianças.

Os 3 problemas mais comuns são!

Deficiência de cálcio, de ferro e intestino preso são problemas cada vez mais frequentes nos consutlórios de pediatras e nutricionistas. Mas se fizermos algumas pequenas alterações o quadro pode mudar rapidinho.

Fonte de Cálcio
O leite e derivados. Tipo iogurte ou duas fatias de queijo branco fornecem a mesma quantia de cálcio que um copo de leite.
Feijão, folhas verdes e ovo são muito importantes também e devem ser oferecidos de 2 a 3 vezes por semana.

Fonte de Ferro
São necessários 100 gramas de carne – tipo boi, frango, porco ou peixe – por refeição. Novamente estão aqui – o feijão e folhas escuras tipo a couve – são ricos em ferro mas precisam da ajuda da vitamina C, presente em frutas cítricas para o organismo absorvê-los melhor. As frutas devem ser oferecidas na sobremesa.

Constipação Intestinal
Dê cinco porções por dia de frutas, legumes ou verduras – todos juntos devem somar cinco.
Vale colocar o farelo de aveia , que ajuda o intestino a funcionar, por cima das frutas, no mingau ou em vitaminas.
O suco de laranja também funcionava bem para o Paulo Neto. Era só dar e ele já ia com mais facilidade ao banheiro e água é muito importante também.

Bom, minhas amigas!
O final de semana está chegando, família em casa e dias mais frios prometem. Portanto, tem muita comida gostosa vindo por aí e claro, momentos deliciosos em família.
Só não vale estressar.

Super bjs de Carol Siqueira. 

26.03
2013

Antes de seu filho experimentar um alimento ele já diz que não gosta. O que fazer?

Queridas amigas,

Estou escrevendo o roteiro sobre Alimentação Saudável que vou gravar amanhã para o FalaMamãe na TV e com isso, descubro cada dicas maravilhosas.
E uma delas, que é muito normal acontecer com crianças na fase pré-escolar (de 2 a 6 anos) é quando a gente oferece um novo alimento tipo uma verdura ou fruta e antes mesmo da criança provar (ou seja, ela nem conhece o sabor) já diz que não gosta e nem experimenta.
Isso é muito comum aqui em casa e por isso, resolvi compartilhar aqui com vocês.
O que fazer neste caso?
Oferecer os alimentos novos diversas vezes até que seu filho os aceite.
O pré-escolar normalmente reluta para experimentar novos alimentos sendo muito comum dizer que NÃO gosta de determinado alimento sem que nunca o tenha experimentado.

É a chamada NEOFOBIA ALIMENTAR.

Repetidas exposições da criança ao alimento podem reduzir essa resposta neofóbica. Somente dessa forma, a criança conhecerá o sabor do alimento, mesmo que seja em quantidade mínima, e estabelecerá o seu padrão de aceitação.
Às vezes, é preciso expor a criança de 10 a 15 vezes ao mesmo alimento até que ela aceite de maneira plena.
Trata-se de uma espécie de defesa diante de algo que ela desconhece. Resultante dessa instabilidade própria da idade, a criança também pode  adorar um alimento um dia e depois de um tempo, detestá-lo e vice-versa.

E você sabia que criança muito estimulada com brincadeiras pode ter seu apetite reduzido?

O apetite da criança de 2 a 6 anos é muito variável e depende de uma série de fatores, como o estado de saúde, estado emocional, da temperatura do ambiente – no verão o apetite pode ser menor – e da quantidade de calorias ingeridas na refeição anterior. E até mesmo as brincadeiras que estão sendo praticadas próximas as refeições influenciam na alimentação da criança.
Criança que estão muito agitadas possivelmente vão recusar o alimento.

Se estiver doente, o apetite some mesmo!

Deve-se considerar que a criança doente pratica menos atividade física e produz substâncias anorexígenas (que provocam perda de apetite) que também reduzem  o gasto de energia, consequentemente, o apetite.

Bom, meninas. De tudo que eu li a dica mais preciosa é MANTENHA A CALMA, a tranquilidade na hora das refeições interferem muito!
Gostaram sobre o assunto?
Vamos ter um FalaMamãe na TV sobre alimentação saudável na vida das crianças com muuuuuuuitas dicas!
Me acompanhem pelas redes socias e fiquem atenta por aqui.

Bjos e até,
Por Carol Siqueira. 

19.03
2013

De cara a cara com o pediatra!

Queridas amigas,

Neste final de semana meu pequeno não passou muito bem. Sentia enjôos, vômitos e diárreia. Mas graças a Deus não teve febre o que é um sinal de que não era infecção.
O primeiro pensamento que vem na cabeça é virose. Até hoje, com quase 5 anos, o meu filho nunca passou mal de estômago e com diarréias.
Mas depois fui analisar o que ele tinha comido de sexta-feira a noite para cá… A minha ficha caiu que tem muitas coisas erradas na alimentação do Paulo Neto.
Eu sempre fui muito liberal no quesito alimentação. Não gosto de privá-lo dos sabores da infância como um suco de caixinha, chocolate e o péssimo e velho fasts foods.
O que me deixa tranquila, de verdade, é que o meu filhote gosta mesmo é de arroz, carne e feijão. Agora estou tentando melhorar nas verduras e frutas e até que estou tendo bom resultado.
Mas hoje numa conversa com o pediatra do meu filho, ficamos quase 2 horas falando sobre alimentação, pude perceber claramente dos venenos que estou dando ao meu filho – isso mesmo! – venenos.
E hoje, o Dr.Aziz me fez 2 perguntas muito simples, que até já sabemos as respostas mas é preciso perguntar quantas vezes for preciso para a gente poder assimilar melhor a realidade:
Por que será que hoje as pessoas, e em até jovens, andam infelizmente tendo mais casos de câncer?
Por que será que você não consegue marcar uma consulta mais com um bom médico gastro ao menos que você espera até quase 6 meses?
Eu tenho Doença de Crohn, que é uma doença auto-imune no intestino e para que eu consiga viver bem preciso de uma alimentação mais natural possível.
Portanto, hoje dei um basta nas porcarias absurdas que damos aos nossos filhos (estou falando por mim, nem toda mãe é igual) sendo que eu própria já tenho problemas sérios gastro-intestinal.

Vamos lá na lista de lixos que risquei do cardápio do meu filho enumeradas pelo pediatra. Ou eu faço isso já ou corro risco do Paulo Neto sentir futuramente os mesmos desconfortos que o meu:

- Suco de Caixinha – veneno nota 1000!
Já sabemos que neles tem excesso excessíssimo de açúcar, corantes e muitas bobagens industrializadas para dar aquele sabor que encanta tanto as crianças.
Agora suco aqui em casa só se for da fruta ou da polpa.

- Fast-foods  - veneno nota 1000000….
Não sou hipócrita para dizer que o meu filho não vá comer de vez em quando, mas vou saltar o máximo que puder. De meses em meses, talvez. Ele vai sentir falta porque um sanduíche com batatinhas é sinônimo de diversão. Mas em casa, vou driblar essa emoção. Já já conto aqui!

- Pão Bisnaguinha – o mínimo possível!
Substituir pelo pão de batata ou pelo pão de forma. Urgente!

- Leite de soja por leite de vaca – graças a Deus agora o meu pequeno já pode leite de vaca com baixo teor de lactose.
Confesso que ao ver o meu filho desde 1 aninho e meio tomar uma mamadeira inteira daquele leite engrossado que não é leite coisa nenhuma me dava uma certa tristeza.
Mas tive que fazer isso porque quando ele era pequeno, a intolerância a lactose apareceu e tivemos que substituir com urgência. Hoje ele não sente nenhum mais desconforto quando come ou até toma o leite de vaca e com isso, o seu pediatra liberou o leite de vaca com baixo teor de lactose. Vocês não imaginam a minha alegria quando eu vou ao supermercado e levo para a casa as caixas de leite para o meu filho. Não que eu seja contra a soja mas também não morria de amores por ela porque acho que os seus produtos são muito industrializados.

- Carne de Hambúrguer – riscar do mapa!
Não fazemos muito aqui em casa, quase nunca! Mas agora será nunca mesmo.
Vou substituir pela a carne moída de açougue e minha mãe vai me ensinar a fazer os bifes parecidos com carne de hambúrquer.

- Macarrão instantâneo – a fase acabou.
Quando o meu pequeno era menorzinho e ele lá não tinha muito apetite (acho que já contei aqui que ele tinha refluxo e a intolerância a lactose) eu fazia esses macarrões para ele quando estava mesmo sem querer comer nada ou quando tinha uma gripe.
Agora já passo longe dessas prateleiras no supermercado e ele nem sente falta.

De todas as frutas, os morangos são talvez as que mais possuem agro-tóxicos e as que merecem atenção redobrada quando lavadas.

Mas tenho muito o que agradecer a Deus porque o meu pequeno gosta mesmo é de comida, feitinha na hora. Não gosta muito de refrigerantes e nem de guloseimas como balas, pirulitos, e chicletes. Ele não gosta de bolachas e nem daqueles bolinhos prontos com sabores chocolates, baunilhas.
É claro que não vou eliminar tudo 100%, afinal, ele é criança. Acho que infância tem que ter gosto de infância e o lance de proibir é que fica mais gostoso. 

Não gosto da idéia da proibição.

Mas muitos detalhes, muitos mesmo, que eu já até sabia mas não queria acordar, hoje em nossa consulta com o nosso querido pediatra Dr.Aziz (que também foi o meu pediatra desde que nasci e que me conhece como a palma da sua mão) me alertou com o safanão tipo:
O que você vai querer para o seu filho alimentando ele assim?

Bom, meninas…
Espero que gostem deste post e por mais que já estamos careca de saber vamos mesmo abrir os olhos porque a comidinha feita em casa não tem comparação para uma criança que está se desenvolvendo em todos os sentidos.
E vocês? O que fazem em casa para equilibrar essas praticidades mas que prejudicam a saúde de nossos filhos?

 Super beijos de Carol Siqueira.

 

29.01
2013

Leite de vaca: tirar ou não tirar da vida do meu filho?

Hello mammys,

Agradeço demais por todas as perguntas que foram enviadas para a minha entrevista que vou fazer com 2 mulheres amigas aqui em Boston para o FalaMamãe na TV. Uma delas será a Fernanda que já está se preparando para ser mãe pela primeira vez e a outra é a Carol (americana) que já mãe de 2 meninos lindos!
Vamos falar sobre maternidade, vida antes de ter filho, pós-filhos, educação e todos os tipos de assuntos serão abordados com muita clareza e informação. Aguardem!
Agora vamos falar sobre um assunto que muito interessam todas as mães. Sobre alimentação e em específico, consumo do leite de vaca.
Hoje está bem comum o pediatra diagnosticar que a criança tem alergia a proteína do leite ou a intolerância a lactose.

Mas antes de retirar o leite de vaca do cardápio de seu filho, estude bastante se é mesmo necessário porque há muitas vantagens para o crescimento da criança que ela consuma o leitinho tradicional.

Por que o leite é tão importante para os bebês e crianças? 

O leite é o alimento com maior concentração de cálcio, mineral que age diretamente na formação da massa óssea. E cerca de 70% dela é formada até a adolescência. Por isso, ele se torna um alimento fundamental durante a infância. Além disso, possui uma série de nutrientes que também são importantes para o desenvolvimento da criança. Sem ele, há o risco de surgirem deficiências nutricionais que podem prejudicar todo o crescimento. Nem só de cálcio é feito o leite. Ele também é rico em proteínas, cuja função regeneradora repõe células e tecidos do organismo. Potássio, mineral importante para o equilíbrio dos fluidos corporais e as contrações musculares. Fósforo, vital para a mineralização óssea e o fornecimento de energia para as células. Magnésio, que auxilia na absorção das proteínas e nos processos biológicos do corpo. Vitamina A, que aumenta a imunidade, combate doenças de pele e melhora a visão. Vitamina B1, que ajuda no funcionamento cerebral e cardíaco.Vitamina B2, que protege contra a anemia. Outras vitaminas do complexo B, que ajudam no crescimento e no ajuste do sistema imunológico.

Qual o melhor jeito de servir o leite?

No caso das fórmulas infantis, siga as instruções da embalagem sobre a quantidade de pó e água. Lembre-se que essa última deve ser filtrada. Quando usar leite de vaca fresco, ferva durante três minutos, pelo menos. O do tipo longa vida pode ser consumido sem ferver. Os três podem ser guardados na geladeira por até 24 horas, desde que não tenham entrado em contato com saliva. Sobras do copo e da mamadeira devem ser dispensadas.

Para garantir o consumo de nutrientes necessários ao crescimento da criança, o leite deve ser ingerido nas seguintes quantidades, diariamente:
Até os seis meses – aleitamento materno sob livre demanda. No caso do uso de fórmulas infantis, o ideal é de 700 a 1000 ml, dependendo da fase de lactação.
Dos 6 aos 12 meses – De 500 a 600 ml, dividido em três vezes.
De 1 a 6 anos – Um total de 600 ml, dividido em três vezes.

Antes dos dois anos, a criança deve ser amamentada ou tomar fórmulas desenvolvidas para essa faixa etária. Depois disso, caso não haja restrições, como alergias e intolerâncias, ela pode experimentar o leite de vaca. O do tipo integral é o mais adequado porque possui uma boa quantidade de gordura, nutriente responsável pela formação de tecidos cerebrais e hormônios e por regular algumas funções metabólicas.

Mas se o seu filho tem alergia a proteína do leite de vaca ou a intolerância a lactose, como é o caso do meu pequeno, que só toma leite de soja, vai aí a pergunta mais comum:

Os derivados do leite podem substituí-lo? 

Quando o assunto é cálcio, podem, sim. Iogurtes, queijos, bebidas lácteas cumprem o papel de fornecedores, mas as quantidades de cada produto não são equivalentes. Por exemplo: 182 gramas de leite tem a mesma quantidade de cálcio encontrado em 120 gramas de um iogurte de frutas, 160 gramas de leite fermentado ou 90 gramas de queijo tipo petit suisse. Para não enlouquecer fazendo contas, o melhor é apostar no leite como personagem principal, mas usar os derivados como coadjuvantes. Ao invés de três copos de leite por dia, a criança pode consumir dois e trocar o terceiro pelos derivados.

Bom, meninas!
Foi muito gostoso escrever e pesquisar sobre este assunto porque sei que a retirada do leite de vaca dá uma certa insegurança para nós, mães, porque sabemos da importância de alimentar os nossos filhos com o leite tradicional. Mas se a criança não passar bem com o leite e precisar retirar do seu cardápio, fiquem tranquilas mas atentas ao um novo tipo de alimentação que irá suprir todos os nutrientes desse forte alimento.
Neste caso, sugiro que procurem uma nutricionista para que batam um papo sobre este assunto.

Bjos meninas e fiquem com Deus direto de Boston,
Por Carol Siqueira. 

 

 

 

16.01
2013

Guerra na hora de comer!

Queridas amigas,

Ao ver a minha amiga pelejando para a sua pequena comer me lembrei da minha época de pelejo com o Paulo Neto.
Sinceramente falando, eu ficava tão nervosa e preocupada quando ele não queria comer ou fazer da comida uma brincadeira, que antes mesmo de começar eu já ficava até meio trêmula.
Sem medo algum de falar: às vezes eu já ligava a TV no Xuxa Só Para Baixinhos 1, 2, 3 e… até que eu conseguisse umas boas colheradas do meu pequeno. Porque mãe faz o de tudo para filho comer. Ainda mais que o meu pequeno ficava sempre abaixo da média de peso.
Mesmo passado 4 anos e hoje ele adora um belo prato cheio de arroz com feijão sem frescuras, ao assistir a cena da minha amiga com a sua pequena de quase 2 anos eu fiquei pensando em escrever este post.
O que fazer nesta hora?
Não tem receita para isso. Tem algumas dicas mas para cada mamãe e bebê existe uma forma de se darem bem na hora do papá.

Vai começar tudo de novo…
Essa é uma das queixas que mães exaustas sempre falam quando estão cara a cara com os seus bebês na hora de comer. Ela, o cadeirão e aquela carinha fofinha que só está esperando a hora certa para começar a arremessar o arroz com bife.

Aqui segue algumas dicas que eu fazia e sempre dava certo. Só para não enlouquecer!

1. Lugar de comer é na cozinha, na copa ou na sala de jantar e em nenhum outro lugar.

2. Rigidez também com o horário. Não comeu na hora certa, terá de esperar a próxima refeição. Uma sugestão é servir às 7 horas o café da manhã, às 10 o lanche matinal, às 12h30 o almoço, às 16 horas o lanche da tarde e às 19 o jantar. Não deixe intervalos longos entre as refeições para que ele não ataque bobagens.

3. Organize um cardápio variado, pois, assim como vocês, seu filho também não aguenta a monotonia do arroz, feijão, bife e batata todo dia. 

4. Siga a quantidade certa para a idade de seu filho. Não adianta fazer um pratão de adulto quando ele só consegue dar conta de uma xícara e meia de chá de comida.

5. Jamais insista para que ele coma só mais uma colherada. É bom que ele aprenda a parar quando estiver saciado. 

6. Em hipótese alguma substitua parte da refeição ou toda ela simplesmente porque seu filho não quer um determinado alimento. Assim como os adultos, os pequenos também têm preferências. 

7. Chantagem não vale. Nunca diga: “Se você comer brócolis, vai ganhar chocolate”. 

8. Se o seu pequeno se machucou, não dê a ele comida como compensação. É meio caminho andado para gerar adultos com problemas com a balança, porque aprenderam a afogar as mágoas no alimento.

Meninas, tenham certeza de que o que estão fazendo é o correto, pois a criança percebe o grau de segurança dos pais e é isso que garantirá o cumprimento das regras. Crianças não passam fome! O pediatra do Paulo Neto sempre me falava isso e é a mais pura verdade. Só não comem quando não querem mesmo.

Acho importante ter um certo equilíbrio e ensinar a criança comer mas tudo deve ser com calma, naturalidade e sem forçar demais a barra, colocando comida boca abaixo até a criança fazer vômito. Cada mãe sabe usar a sua magia para fazer o seu filho comer.
Tem muita gente que critica os aviãozinhos que as nossas mães faziam mas eu mesma já fiz até helicóptero.

E se a criança estiver doente aqui vai a última dica:
O apetite é o primeiro a desaparecer e o último a voltar!

Super bjos de Carol Siqueira

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