
Em comemoração ao dia das mães, no mês de maio, vamos falar sobre a importância do vínculo materno.
Muito se ouve falar sobre essa relação forte entre mães e bebês, que desde o princípio são construídas e que geralmente se tornam fortes e tão significativas, que tão somente no colo da mamãe que o filho para de chorar. Uma linda cena marca o nascimento de grande parte dos bebês, todos nascem chorando, e ao encostar na mãe, e ouvirem a sua voz, calam-se na hora, mas como nasce esse amor? E qual importância tem esse amor para o bebê?
Primeiramente, o vínculo é definido como laço, tudo o que ata, liga ou aperta, portanto o vínculo materno, é o laço, o que liga, o que aperta entre a mãe e o bebê. É a partir do vínculo materno que o bebê vai ter as primeiras experiências com o mundo, a mãe tem um papel importante de apresentar o mundo para o bebê.
A relação da mãe com seu filho constrói-se inicialmente ao longo da gestação, e é influenciada por suas perspectivas e pela relação que estabelece já neste período. Desde quando descobrimos que estamos grávidas, começamos cuidar, conversar, acariciar o nosso bebê, e começamos então a estabelecer esse vínculo. O vínculo é gradativo, portanto não acontece de um dia para o outro, ele é alimentado diariamente.
Depois do nascimento do bebê, a mãe vive um período de doação praticamente de tempo integral ao recém nascido, que Winnicott 2002, denomina de “estado de preocupação materna primária” implica em uma regressão parcial por parte da mãe, a fim de identificar-se com o bebê e, assim, saber do que ele precisa, mas, ao mesmo tempo, ela mantém o seu lugar de adulta.
A tão sonhada amamentação é uma importante experiências externa de troca entre a mãe e o bebê, que promove a sensação interior de auto-estima em ambos, além de serem estimulados mecanismos sensoriais, hormonais, fisiológicos, imunológicos e emocionais. Mas para as mães que por algum motivo não podem ou não conseguem amamentar, a criança não estará prejudicada psicologicamente exclusivamente por não ter amamentado em sua mãe, a mamadeira pode ser dada como um seio amoroso. O importante é a maneira que a mãe pega o seu filho no colo, acolhendo-o com muito amor e carinho, fazendo com que ele se sinta amado, querido, desejado.
Bowlby, explica que a relação saudável entre o bebê ou a criança com sua mãe é de grande importância para o desenvolvimento de uma personalidade estável e autoconfiante, pois a criança sente que pode contar com o apoio materno. É necessário também que essa criança possua contatos com outras figuras como pai, irmãos, avós, tios, primos e outros.
Estudiosos defendem em pesquisas que as crianças que não são amadas costumam tornar-se pessoas que não amam. É a partir dessa teoria que se explica a importância do apego inicial pois, constitui o fundamento para os relacionamentos futuros.
Por isso mamães e futuras mamães, demonstre mesmo o seu amor, da sua forma, com o seu toque, o seu calor, desde o momento da descoberta até quando for possível, pois esse vínculo é muito importante no início da vida, mas também é prazeroso a vida inteira! O importante é lembrar que tudo deve ser feito com muito amor e naturalidade, pois cada mãe é única e precisa agir de acordo com as suas possibilidades!
Sou Fabiana Cunha, psicóloga.
Estou à disposição para tirar as dúvidas e podem perguntar por aqui mesmo.
É só deixar o comentário ou no meu e-mail – fabianafcunha@hotmail.com

É com muita alegria que agora faço parte do FalaMamãe.
Primeiramente, sou mãe da Júlia de quase 2 aninhos e psicóloga. Espero trazer para o blog temas interessantes e que possam nos ajudar em nossa vida de mãe, que é cheia de dilemas mas não deixa de ser uma delícia!
Na atualidade, onde muitas vezes os pais, trabalham muito, é comum encontrarmos avós participando ativamente na criação dos filhos, sem dúvida nenhuma as pessoas que passam por essa situação, pensam de que forma o convívio com os avós influenciará na educação do meu filho?
Geralmente os pequenos ganham muito com essa convivência, no que se diz respeito a afeto, amor, vínculo. Os netos e avós tendem a ser grandes amigos, se esses laços puderem se estreitar. Os avós geralmente têm um amor e uma paciência com os netos, indescritíveis.
Estudo divulgado pela Association for Psychological Science, pesquisadores suíços e australianos chegaram à conclusão que o apoio dos avós ajuda a aumentar as chances dos netos – e dos pais deles, seus próprios filhos – superarem dificuldades, pois terão mais apoio emocional.
Em uma pesquisa realizada pela Universidade de Oxford, na Grã-Gretanha, com 1,5 mil crianças e adolescentes de 11 a 16 anos. Os pesquisadores observaram que as crianças que tiveram os avós por perto cresceram mais felizes.
Mas é preciso estar atento aos limites, para que não haja consequências na educação da criança, é necessário ficar claro para a criança quem são os pais e quem são os avós. Os avós podem ajudar, mas não deve ser repassado a eles a tarefa e responsabilidade de educar.
Para que ocorra da melhor forma possível também, é essencial o posicionamento dessa avó cuidadora, é necessário que ela saiba que ela deve se posicionar e colocar limites, na ausência da mãe, para que o mito de que “crianças criadas por vó” são excessivamente mimadas não se torne verdade a avó precisa colaborar com as regras. Dessa forma, é importante que as informações entre a mãe e avó estejam alinhadas.
E para os avós de plantão, fiquem tranquilos, que apesar de ajudar em algumas regras, é papel de vó, dar mimos sim, diferente dos pais, tipo o de deixar à vontade os pirulitos, chocolates e sorvetes. E nós mamães, não precisamos nos estressar com isso, faz parte realmente de uma vovó que quer apenas agradar o seu netinho!
Dessa forma, se você tem o carinho e a ajuda dos avós por perto, deixe que o seu pequeno aproveite e curta muito essa relação, cultive, incentive e proporcione que esses laços se estreitem, isso trará benefícios para o seu pequeno!
1. Alinhe com a vovó cuidadosamente as regras da sua casa, e peça que ela te avise, quando forem ultrapassadas!
2. Cumprindo as regras. É importante que a vovó saiba que você valoriza a forma dela de pensar, mas que na sua casa, as regras para o seu pequeno são dadas pelos pais e pediatra.
3. Fale sempre para o seu filho que ele deve obedecer e respeitar os avós quando estiver com eles.
4. É preciso diferenciar a casa da vovó da sua casa, e saber que chegou em casa, as regras são as da sua casa.
5. Jamais critique os avós para os seus filhos!
6. Saiba escutar alguns comentários e não levar tão ao pé da letra. Lembrem-se não pensamos todos iguais.
7. Enriqueça-se com a experiência dos mais velhos.
8. Os avós tem o papel de mimar os netos, não estresse facilmente com isso!
9. Relembre o quanto os seus avós foram importantes em sua criação com todos os mimos e dengos, e deixe que o seu filho viva e aproveite isso também.
10. Você pode ajudar o seu filho a estreitar esse laço e curtir todo esse amor e carinho que os avós tem para oferecer.
No caso da minha filha, que completará 2 anos em maio, as avós materna e paterna, residem na mesma cidade, mas não tem a responsabilidade dos cuidados diários.
Auxiliam para os papais passearem e sempre quando necessário. Vemos de perto o quanto ela se sente feliz de ir para a casa das vovós, e o quanto as vovós se preparam com carinho para recebê-la e desprendem o tempo que for possível para agradá-la!
Abusam de mimos e carinhos, enchem de balas e chocolates, mas se precisarem corrigir de algo que sabem que é para a educação, elas também o fazem.
Sinto na minha filha a segurança de estar com as avós, e mais ainda lembro desse laço com os meus avós, e por isso acredito que com limite, respeito e muito amor, “tudo” pode na casa da vovó. E tenho certeza que a minha pequena ainda agradecerá por poder desfrutar de perto essas duas mulheres tão lindas, que são as suas duas avós!
Sou Fabiana Cunha, psicóloga.
Estou à disposição para tirar as dúvidas e podem perguntar por aqui mesmo. É só deixar o comentário ou no meu e-mail – fabianafcunha@hotmail.com
Até o próximo post!

Neste mês de abril continuamos falando sobre A Mulher e o Câncer – Conscientizando e Replicando, lembrando que a informação correta é fonte importante para a manutenção da saúde.
Vamos falar sobre mitos e verdades sobre HPV e Câncer de Colo com informações relevantes para vocês entenderem melhor sobre este assunto e claro, a prevenção é sempre o melhor remédio para tudo.
O câncer de colo uterino é o segundo tipo de câncer mais frequente nas mulheres brasileiras, acometendo cerca de 17.000 casos novos por ano. Acontece a partir dos 20 anos com pico de incidência máxima por volta dos 50 – 60 anos. É um problema de saúde pública, uma vez que possui elevadas taxas de prevenção e cura desde que o diagnóstico precoce e o tratamento sejam feitos de maneira adequada. É uma doença bastante comum nos países pobres e em desenvolvimento, incluindo o nosso país, onde políticas de rastreamento ainda são ineficazes.
Antes de se transformar em maligno, o tumor passa por uma fase de pré-malignidade, denominada NIC (neoplasia intraepitelial cervical), que pode ser classificada em graus I, II, III e IV de acordo com a gravidade do caso. Esse processo pode levar vários anos, daí a importância de se procurar o ginecologista regularmente, a intervenção precoce é capaz de prevenir o desenvolvimento das lesões pré-cancerosas.
Apesar de ser considerada uma condição necessária, a infecção pelo HPV por si só não representa uma causa suficiente para o surgimento dessa neoplasia. Outros fatores ligados à imunidade, à genética e ao comportamento sexual parecem influenciar os mecanismos ainda incertos que determinam a regressão ou a persistência da infecção e também a progressão para lesões precursoras ou câncer.
O tabagismo eleva o risco para o desenvolvimento do câncer do colo do útero. Esse risco é proporcional ao número de cigarros fumados por dia e aumenta sobretudo quando o ato de fumar é iniciado em idade precoce. Existem hoje 13 tipos de HPV reconhecidos como cancerígenos, sendo os mais comuns o HPV16 e o HPV18.
As pesquisas comprovam que 50% a 80% das mulheres sexualmente ativas serão infectadas por um ou mais tipos de HPV em algum momento de suas vidas. Porém, a maioria das infecções é transitória, sendo combatida espontaneamente pelo sistema imune, principalmente entre as mulheres mais jovens. Qualquer pessoa infectada com HPV desenvolve anticorpos (que poderão ser detectados no organismo), mas nem sempre estes são suficientemente competentes para eliminar os vírus.
As verrugas genitais encontradas no ânus, no pênis, na vulva ou em qualquer área da pele podem ser diagnosticadas pelos exames urológico (pênis), ginecológico (vulva) e dermatológico (pele). Já o diagnóstico das lesões precursoras do câncer do colo do útero, produzidas pelo HPV, é feito através do exame citopatológico (exame preventivo de Papanicolaou). O diagnóstico é confirmado através de exames laboratoriais de diagnóstico molecular, como o teste de captura híbrida e o PCR.
A ocorrência de HPV durante a gravidez não implica necessariamente em má formação fetal, nem impede o parto vaginal (parto normal). A via de parto (normal ou cesariana) deverá ser determinada pelo médico após análise individual de cada caso.
Embora estudos mostrem que a infecção pelo papilomavírus é muito comum, somente uma pequena fração (entre 3% a 10%) das mulheres infectadas com um tipo de HPV com alto risco de câncer desenvolverá câncer do colo do útero.
A vacina contra o HPV é uma promissora ferramenta para o combate a esse câncer. Apesar disso, as vacinas disponíveis hoje não conferem imunidade contra todos os tipos de HPV. Estão disponíveis no Brasil as vacinas quadrivalente (HPV 6,11,16 e 18) e bivalente (HPV 16 e 18) contra o câncer do colo do útero, indicadas para mulheres com idade de 9 a 26 anos.
*Não existe idade mínima para as meninas receberem as vacinas disponíveis contra a infecção pelo HPV, apesar de a orientação ser ministrá-la a partir dos 9 anos de idade, por três doses, antes da iniciação sexual. Não deixe de vacinar as meninas! O SUS estuda a liberação das vacinas para a rede pública de saúde.
* Toda mulher precisa estar consciente de que o exame de Papanicolaou realizado periodicamente representa uma estratégia de rastreamento do câncer de colo uterino que pode salvar vidas.
* Não se esqueça: o uso da camisinha em todas as relações sexuais é um cuidado indispensável contra a infecção não só pelo HPV, mas também por outros agentes de doenças sexualmente transmissíveis.
A estratégia de rastreamento recomendada pelo Ministério da Saúde é o exame citopatológico (Papanicolaou) prioritariamente em mulheres de 25 a 64 anos. Entretanto tal exame pode ser realizado a partir do início das atividades sexuais até por volta dos 75 anos. As mulheres que não possuem mais útero também necessitam de avaliação.
Fonte: INCA
Faça a sua parte! Visite regularmente o seu ginecologista e não fique com nenhuma dúvida sobre uma questão tão importante! Até nosso próximo post sobre os tumores de ovário e endométrio. Continuem mandando perguntas e sugestões por aqui.
Grande abraço!

Sou o Dr. Juliano Rodrigues da Cunha, cirurgião oncológico e mastologista e pai da Júlia, de quase 2 aninhos.
No mês em que comemoramos o Dia Internacional das Mulheres vamos iniciar uma série de posts sobre os principais tipos de câncer que acometem a saúde feminina. Os temas são muito amplos, a intenção é “conversarmos” de maneira mais simples para que todas vocês sejam multiplicadoras dessas informações que podem ajudar a salvar vidas.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer – INCA são esperados para 2013 cerca de 260.640 novos casos de câncer nas mulheres, onde os tipos mais frequentes são os de mama, colo uterino, cólon e reto (intestino), tireóide e pulmão.
É indiscutível os avanços que as mulheres tem conseguido nas mais diversas esferas (profissionais, políticas, econômicas, familiar) e não podemos deixar de exigir que os cuidados com a saúde feminina acompanhem estes avanços. O diagnóstico de câncer é um indesejado por todos mas tem se tornando cada vez mais frequente, uma vez que o aumento da longevidade e o maior acesso às melhorias tecnológicas facilitam o diagnóstico.
Se pensarmos nos tipos de neoplasias malignas (câncer) mais frequentes no sexo feminino é essencial alertarmos sobre o câncer de mama, o de colo uterino, o de endométrio (corpo uterino) e o de ovário.
• É o principal tipo de câncer que acomete as mulheres.
• Tem sua maior incidência por volta dos 50 anos de idade, mas pode acometer as mulheres jovens e as idosas.
• Os fatores de risco mais relevantes são: o histórico familiar, a menarca precoce (começo da menstruação muito cedo), a menopausa tardia, o uso de anticoncepcionais, a idade da primeira gestação mais tardia (depois dos 30 anos), a terapia de reposição hormonal, a alta densidade do parênquima mamário (mamas densas), dentre outros.
• É fundamental reforçar que não podemos associar o surgimento do câncer de mama à uma causa única, mas sim a uma somatória de fatores que levaram à reprodução desordenada das células mamárias.
• Os casos diagnosticados inicialmente possuem taxas de cura próximas à 98%.
• O diagnóstico precoce possibilita maiores chances de cura e tratamentos com menos efeitos colaterais.
• A mamografia, a ultrassonografia e a ressonância nuclear magnética são os principais exames capazes de auxiliar no diagnóstico das lesões mamárias e devem sempre ser interpretados pelo especialista. Nunca jogue fora suas mamografias e exames antigos pois eles servem para compararmos com os exames atuais!
• A partir dos 40 anos toda mulher deve fazer sua avaliação com o mastologista, ou antes desta idade se for percebida alguma alteração nas mamas.
• O tratamento do câncer de mama deve ser feito de forma individualizado, através de modalidades complementares (cirurgia, quimioterapia, radioterapia). Nunca se baseie no tratamento de outra paciente! Esclareça todas as dúvidas com a equipe médica que assumiu o caso. Evite o “Dr. Google”!
• Em meio à dúvida sobre o sucesso do tratamento, a perda do cabelo e a possibilidade da perda da mama são os principais “medos” da paciente.
• É possível fazermos cirurgias reparadoras – oncoplásticas com resultados estéticos bastante satisfatórios, mantendo a segurança oncológica do tratamento.
• Todo o tratamento deve ser acompanhado, se possível, por uma equipe multidisciplinar: enfermeiro, psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta.
A divulgação das informações é nosso objetivo para aumentar o diagnóstico precoce e as taxas de cura de uma patologia tão frequente e que requer tantos cuidados. Faça a sua parte!
Fiquem à vontade para enviarem perguntas e sugestões.
No próximo post falaremos sobre o Câncer de Colo Uterino e o HPV – Mitos e Verdades.
Dr. Juliano Rodrigues da Cunha atende:
COT – 3291-3500 / Dermac – 3215-0008
contato@drjulianocunha.com.br
Grande abraço!
Verão. Férias. Cuidados com a saúde nunca é demais, sobretudo se você pretende aproveitar ao máximo os dias ensolarados na praia ou na piscina, perder a cor branca do escritório e aproveitar ao máximo com a família é um desejo da maioria das pessoas, entretanto, algumas dicas são essenciais para curtir as férias e proteger a pele:
- A pele é o maior órgão do nosso corpo e exerce funções importantes à nossa saúde, sendo uma barreira à penetração de microorganismos e outros agentes. Em muitas vezes, é o nosso primeiro mecanismo de defesa.
- O sol é o principal responsável pelo envelhecimento da pele e pelo surgimento do câncer. O câncer de pele é o câncer mais comum no mundo! Sendo em sua maioria evitável!
- Se você gosta de sol o horário mais apropriado para a exposição solar é sempre antes das 10 horas da manhã e após as 16 horas, período em que a intensidade dos raios ultravioletas (UV) são menos nocivos à pele.
- Evite exposições prolongadas e repetidas ao sol. As queimaduras solares acumuladas ao longo da vida predispõem ao câncer da pele. Cerca de 70% dos cânceres da pele ocorrem na face, proteja-a sempre. Não se esqueça de proteger os lábios e as orelhas.
- Estimule as crianças e os adolescentes a se protegerem do sol. Este é um hábito que deve ser formado desde cedo. Cerca de 80% da exposição solar acumulada durante a vida ocorre até os 20 anos de idade, sendo muito importante a proteção nesta época da vida.
- Para os adultos: Utilize SEMPRE um protetor solar, independente da marca que melhor se adapte ao seu tipo de pele (e bolso). Dê preferência aos que possuem fator protetor solar (FPS) igual ou maior que 30. Quanto maior o FPS maior será a proteção. A região da face deve ganhar um FPS maior.
- Reaplique o filtro solar a cada 2 horas ou sempre que perceber a pele desprotegida (entrada e saída da água, utilização de toalhas, transpiração excessiva). Não se esqueça das orelhas, das mãos, nuca e pés.
- O bronzeamento ocorre gradativamente, após os primeiros dias de exposição. A pele leva 48 a 72 horas para produzir e liberar a melanina, pigmento que dá cor à pele. Portanto, não adianta querer se bronzear em um só dia. Ficar muito ao sol só vai aumentar as chances de queimaduras e de danos irreversíveis para a pele.
- Se for passear utilize chapéu, procure os lugares de sombra e muito cuidado com as áreas doloridas. Não se esqueça do boné, de camisetas e roupas leves quando estiver caminhando pela praia.
- A ingestão de sucos, água de coco, água deve sempre ser estimulada para manter a nossa hidratação e a saúde de todo o corpo. Os dias quentes são responsáveis pelo aumento da nossa transpiração e os riscos de desidratação são maiores. Abuse dos líquidos refrescantes!
- A hidratação da pele após a praia é fundamental para reequilibrar os danos causados durante o período de lazer. Use com abundância seu creme hidratante, e não se esqueça que as crianças também devem receber esse cuidado!
Aproveite bem o seu verão e não descuide dos cuidados com a pele.
Você e as crianças podem ter a cor do verão mas com segurança!
Até nossa próxima conversa,
Dr. Juliano Rodrigues da Cunha
COT – 3291-3500 / Dermac – 3215-0008
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