
Olá Minhas amigas!
Este é um problemão para todas las mamas. Seja aqui ou na Austrália, seja no deserto ou na Disney – não importa o local, a birra é universal.
E como gosto de contar tudo o que me acontece e as minhas experiências de mãe, desde as mais deliciosas até as mais traumáticas – hoje o Paulo Neto deu o seu ataque de birra. Isso tudo porque o eu e meu marido estávamos passando uma música, ele tocando violão e eu cantando (eu canto, gente!) e o nosso pequeno queria ligar o som. Bastou um NÃO para a casa cair.
O que fazer? Será que se eu explicar ele vai me entender? E se isso acontecer em meio a uma multidão? Corri atrás e pesquisei, até para clarear bem as coisas na minha cabeça e saber agir com o Paulo Neto e de quebra: hoje eu tive fisioterapia no meu pé e lá encontrei uma senhora muito bonita por sinal (devia ter uns 50 anos) e adivinha – ela é mãe de gêmeos, mais 1 filho e 1 filha e 2 netos. Por Deus, eu já queria falar sobre este assunto que é a birra mas esta senhora me inspirou mais ainda pelas palavras que ela me disse e pelos conselhos que ela me deu e melhor: com a realidade de quem já foi mãe de 4 crianças com apenas 1 ano de diferença de idade entre eles. Compensa ler.
Este é o primeiro passo para um bom ataque de fúria mesmo antes dele começar.
Dizer SIM a tudo e sentir o medo de impor limites para os nossos filhos são um de nossos piores erros como pais. Eu sei que não é uma tarefa fácil tentar decifrar o comportamento infantil e erramos muito tentando acertar. Mas o melhor a fazer é um exame de consciência. Isso mesmo! Sabe como? Vou falar exatamente nas palavras que a senhora que estava comigo na fisioterapia em minha entrevista oculta ou seja, sem que ela percebesse me disse:
Minha filha, como eu e meu marido erramos e hoje conseguimos ver tudo tão claramente. Graças a Deus, temos todos os nossos 4 filhos que hoje são tudo para nós e maravilhosos, mas o pior erro dos pais é dar tudo. Temos que deixar o filho pescar, conseguir sozinho. Dar um cachorrinho para o seu filho pequeno cuidar já é um ótimo começo para ele sentir já o peso da responsabilidade. Ele cuidar das roupinhas do animalzinho de estimação, catar o cocô, dar banho, sentir que existe uam vida sendo cuidada por ele.
Nossos filhos precisam entender e mesmo tão pequenos tentar discernir o que é certo do errado. Mesmo que isso custe uma birra daquelas. Criança com até 2 anos não distinguem o certo e o errado, mas nessa idade já começa a perceber incoerências. Quantas vezes nossas crianças nessa fase nos testam como pais? Ao fazerem algo, elas nos olham, ouvem o não, fazem de novo até que tomemos uma atitude para impedir o ato. E elas repetem isso muitas vezes, demonstrando ter certa noção do que é importante.
Os nossos filhos nos pedem limites e mesmo sendo bebês, já precisamos impôr estes limites. Se deixarmos tudo bem à vontade, qual o caminho que eles irão seguir se nós como pais, que são os seus principais mestres da vida, não estão nem aí no que eles fazem?
E a minha amiga de sessão de fisioterapia me disse alto e bom tom e ainda me olhou nos olhos como se ela estivesse querendo me passar um tesouro:
Fale quantos NÃOs for preciso. E deixe chorar. Com certeza, ele vai aprender.
Com certeza, este é um dos principais dilemas de pais e filhos principalmente quando estão na idade entre 1 ano e meio até 2 aninhos – dar tapa na cara sorrindo para você ou seja lá de quem for.
Isso não é brincadeira. Isso é sério e mostre ao seu filho que você não acha nenhuma graça. E para fundamentar, pesquisei no site Bebê.com da Editora Abril e lá uma especialista recomenda que quando isso acontecer é preciso:
“Segure a mão do bebê, não ria, mostre com cara feia que você fica triste quando isso acontece, pois é observando a reação alheia que ele aprende a interpretar os sentimentos e a se colocar no lugar do outro. Fale sempre do seu sentimento. Nunca diga que a criança é má ou feia. E não caia na armadilha de revidar com palmada. Se fizer isso, estará reforçando o aprendizado da agressividade física, um mau exemplo.”
Quem já não passou por essa, os seus dias estão contados.
Caso isso aconteça você tem três caminhos a seguir:
Abraçe a criança por trás na tentativa de contê-la e mostrar sua contrariedade. Atenção: nunca dizer que você está contra ela, mas que o comportamento dela é errado, que você não aprova a maneira de ela agir. Caso não der resultado e ela não estiver correndo perigo, se batendo, por exemplo, a outra dica é deixe que a criança se debata sozinha. Ao perceber que os espectadores que importam não estão presentes, ela vai parar. Outra saída é pegá-la no colo e levar para o carro, gritando mesmo. Quando ela se acalmar, converse com ela, mas jamais volte para fazer a vontade dela.
Quando pesquisei sobre este assunto, eu li que revidar com violência, gritos e desequilíbrio só vale para reforçar que a agressão física é a forma mais imediata de resolver o problema, mas que no final das contas só piora a situação e muito.
E hoje a senhora da fisioterapia me disse uma coisa que a minha mãe também já me falou - leve com você aquilo que você acha legal de seus pais, aquilo que você acha que não deu certo, os nossos erros como pais e também como seres humanos, deixe tudo para trás.
Espelhar no que há de bom nesta vida é um caminho que todo homem deveria ter como direção. Os nossos filhos nos observam em tudo que fazemos e falamos. Eu sei que somos humanos com direito de errar mas quando nos tornamos pais temos que tentar buscar a errar menos porque agora, existem vidas que dependem de nós. Um ato vale mais que mil palavras.
Quando cheguei para o almoço depois da minha sessão de fisioterapia e conselhos familiares que maravilhosamente aquela senhora me deu nesta manhã, o Paulo Neto deu o seu ataque de birra por causa do som, que já citei no início deste post.
Segurei a sua mãozinha quando ele ameaçava a jogar um objeto contra a parede e falei muito séria que ele não ia jogar aquilo e que jogar não estava certo. Quando ele percebeu que estava vencido e que eu não achei engraçado, ele se debateu sozinho no chão. Partiu o meu coração porque ele chorou com o sentimento de frustação e ele viu que algo estava errado. Após algum tempo, peguei ele no colo, não demonstrei muito carinho e ele parou na hora. Por enquanto, deu certo. Vamos ver como vai ser amanhã.
Bjos de Carol Siqueira.
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Oi Michelle,
Obrigada por você agora nos acompanhar. Fico feliz!
Com relação ao tapa na cara até hoje, as vezes sofro isso com o Paulo Neto mas comecei tomar a atitude de educa-lo o quanto antes.
Quando ele for dar tapa fala assim:
Mamãe não gosta! Não pode! Carinho, neném faz carinho na mamãe. Tapa, não!
Daí, vc pega a mãozinha dele e o ensina fazer carinho no seu rosto e demonstra satisfação. Foi assim que venci este dilema, e com o tempo ele vai entender. Hj quando o Paulo Neto vai dar um tapa e eu só falo:
Não! Carinho pode!
E ele já entende tudo.
Bjos de Carol Siqueira.
Olá carol, tudo bem? Sou a mamãe do mc donalds, lembra?
Estou seguindo seu blog e amando, tem dicas bacaníssimas. Carol, tenho uma dúvida a resppeito do tapa na cara…. o Bê faz isso, sempre…. vc acha que devo falar desde agora que ele tem 6 meses, ou devo esperar um pouco mais, não sei se ele entenderia. Me dê uma dica.
Obrigada e beijinhos no Paulo Neto.
Olá Cremilda,
Com certeza é mito. Verme é uma coisa e febre também.
São duas situações totalmente diferentes uma da outra. Passar vontade de comer uma coisa por ver alguém comendo não causa verme e nem dá febre.
Abraços de Carol Siqueira.
mito ou verdade ? por favor gostaria de sabe rse e real
quando uma criança ve alguem comendo e essa alguem nao comparte com ela o que esta comendo , se realmente ela fica com verme e ate com febre obrigada