
Olá, amigas do Falamamãe. E amigos também!
Aqui é a Carol Moreira, psicóloga colunista aqui. Quero falar com vocês sobre uma situação angustiante para muitos pais e mães: Quando a criança demonstra preferência por um dos dois. Isso pode gerar muitas dúvidas, insegurança (estou fazendo algo errado?) e até ciúme. Pesquisei estudos e opiniões de vários profissionais para dar a vocês algumas dicas.
Leia tudo sobre este dilema e saiba como lidar com esta situação.
Esse é um assunto contraditório, existem diferentes teorias a respeito. Como nos outros posts, minha dica é seguir aquilo em que você confiar mais, aquilo que encaixar melhor com seu coração e com sua família. Uma das teorias vai dizer que a menina passa por diferentes fases, e o menino também. A menina vai passar por uma fase em que se identifica com a mãe, depois compete com ela pelo amor do pai e depois de frustra-se, toma uma posição mais autônoma, por entender que o papai não pode ser só dela. O menino começaria igual, identificando-se com a mãe, depois o pai seria o responsável por ir mostrando aos poucos que a mamãe não é só dele. Isso naturalmente. São processos inconscientes até, para todos os envolvidos. Ninguém precisa ir ao psicólogo para passar por essas etapas, tudo deve ser o mais natural possível, são fases normais do desenvolvimento da sexualidade da criança. Existe, sim, uma diquinha que é ir frustrando aos pouquinhos a criança, com delicadeza ir mostrando que a mamãe e o papai precisam namorar, ficar um tempinho sozinhos, mas principalmente depois do primeiro do bebê.
Tem famílias que não passam ou nem percebem esse padrão que eu mencionei. Tem famílias que percebem uma dinâmica diferente. E talvez nesses casos, a teoria mais adequada é a de que essas preferências sejam quase aleatórias. Ou ligadas a outros fatores, que não os da sexualidade. Por exemplo, uma mãe que é responsável por deixar a criança na escolinha pode ser menos querida do que o pai, que é o responsável por apanhar a criança no final do dia. Essa criança pode estar associando “deixar na escolinha” como algo ruim, e “buscar” como algo bom, e passar a demonstrar mais carinho pelo pai.
Mas o mais comum é que essa preferência não esteja relacionada ao carinho dispensado à criança. Muitas mães podem dar uma quantidade maior de carinho e quem recebe mais pode ser o pai. Ou o oposto. Existe, na verdade, um mito de que a criança sempre será mais apegada à mãe, e descobrir que seu caso não é esse pode ser frustrante.
A notícia boa é que a preferência se dá por fases. Hoje pode ser o papai, daqui a algum tempo, a mamãe. O importante é ficar atento aos relacionamentos da criança, observar se há razões para a preferência e tentar melhorar, caso se perceba que a criança está tomando aversão por alguma razão ruim. Por exemplo, se não se está sendo amedrontador, ou se ficou a cargo só de um a responsabilidade de educar - o ideal é dividir a tarefa de corrigir a criança, para não causar a idéia de que um é bonzinho e o outro é mau. Se não forem esses os casos, está tudo dentro do esperado e lembrem-se sempre: pai e mãe erram e o legal é tentar melhorar, tentar reparar os erros, sem se matar de culpa! Tem mãe que não consegue corrigir muito, tem mãe que não consegue ser tão carinhosa quanto o pai. Tem pai que morre de vontade de ser tão respeitado quanto a mãe, e assim vai!
Não tem família perfeitinha “de acordo com o manual de instruções”. Seu filho te ama, sim, mas do jeitinho ainda imaturo dele. Tem um vídeo no youtube (I don’t like you mommy) em que um menininho de uns 3 aninhos diz pra mãe:
“Eu te amo, mas não gosto de você o tempo todo, só quando você me dá cookies (essas bolachas com chocolate).
Não é engraçadinho? Imagina só se o pai desse menino sempre der a ele os tão adorados cookies! Vai ser o “preferido” provavelmente. Mas não quer dizer que ele não ame a mãe! Busque sempre o seu melhor, lembre-se do estilo de educação autoritativo (com cobrança de melhora e elogios – se quiser, leia o post e vá em frente!
Sempre atento ou atento a sinais de sofrimento da criança, mas se ela parecer que está afetivamente bem, o jeito é curtir a fase em que o outro é o preferido, afinal, finalmente você tem um tempo pra respirar um pouco! Um grande abraço a todos!
Um grande abraço de Carol Moreira.
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oi. meu filho tem 3 anos, nessa face ele só que ficar ao lodo do pai, pai daqui pai dali,as vezes ele é agreciso, se eu pergunto pra ele vc me ama, as vezes ele e responde que nao, as vezes que sim, eu nao converso com a minha sogra, as vezes ele fala que ama ela, é claro fico com ciume,sera que ele vai ficar grudado direto com o pai, realmente só me chama quando quer mama, quando acontece alguma coisa, mais sempre esta perto do pai, é normal.
Minha filha tem 3 anos e desde que ela tem cerca de 9 meses passo por este drama. Começou não conseguindo dormir comigo, ficava cada vez mais elétrica então achamos que era melhor o pai por para dormir… Até hoje ela só dorme com o pai, mesmo tendo o quarto dela o pai precisa ficar sentado na cadeira até que ela pegue no sono. Deste hábito passou a chamar apenas o pai à noite (pai, quero água), se me levanto e tento atendê-la recebo um: Cadê o MEU pai? Não adianta ELE tem que estar presente. Me chama apenas quando está com febre ou foi um pesadelo e ficou realmente nervosa, do contrário melhor eu nem me dar ao trabalho de levantar. Com o passar do tempo você realmente fica se questionando mas não adianta falar com o pai, ele deve ADORAR a situação, a tarefa de educar, de dar bronca ficou comigo, ele além de não ajudar a educar, ainda atrapalha passando a mão na cabeça dela SEMPRE!! Realmente não sei até quando vou aguentar o papel de bruxa enquanto o pai posa de melhor pai do mundo.
Lembre-se sempre criança ta sempre de olho no que se passa,ao seu redor,as vezes algo não esta bem entre o casal e isso dará alguma reação na criança tb.existem inumeros motivos para que uma criança demostre mais atenção a um do que o outro,claro k se vc der um cholate,uma bala ele vai desmotrar mas carinho a vc ,mas um afeto um beijo um cafuné sempre mostrando k tanto um qto outro ta enchegando a criança ali ele vão notar e a harmonia do lar é contagiante!Se perceber que a criança ta dando mais carinho a um k outro observe bem as vezes nos somos a influencia para essa atitude.
Na verdade acho que eles nem tem noção de preferencia,o que eles tem certeza é que ele querem papai e mamãe juntos e em harmonia,vai ter aquele dia que ele(a) que mais o aconchego do papai o outro da mamãe e crianças são senciveis a td,ele consegue captar coisas que muitas vezes gente grande num encherga.Nos mulheres temos mudanças de humor de temperamentos que as vezes tentamos camuflar sorrindo brincando mas que num é exatamente o que sentimos naquele momento,o papai as vezes passou alguma coisa que o chatiou ou deixou nervoso no decorrer do dia e que deixa transparecer até sem querer isso talvez repele a criança.Reparem que qdo ta td certo td bem humor inabalavel entre o casal como eles vai abraça um depois abraça o outro ai ele ve a mamae da um bj no papai ele vai da tb e assim po diante ,pode ser até que eu esteja errada em meu modo de pensar,mas qdo a Lara se afasta de mim e gruda no pai sempre tem algo se passando comigo sendo uma tpm ou coisa assim e com pai a mesma coisas se ele chega chateado ,brinca ,ri,mas num ta igual sempre ela vem mais pro meu lado.Eqdo estamos juntos no sofa ou na cama rindo brincando,aproveitando o momento ela num tem preferencias vai para os 2 lados..
Olá, Elisabeth, que alegria saber que ajudamos sua família. Conte com o “Fala, Mamãe” para essa e outras questões. No desabafo, no pedido de ajuda, na troca de experiência a gente vai se fortalecendo! Um grande beijo, Carol Moreira
CAROL,
NESTE EXATO MOMENTO ESTAMOS PASSANDO POR ESTA ETAPA NA VIDA DE JÃO PEDRO. QUERENDO SOMENTE A MÃE E AS VEZES MOSTRA
AGRESSIVO COM O PAI. DE INÍCIO FICAMOS PREOCUPADOS, POIS A
CRIANÇA MORDIA E BELISCAVA O PAI, QUERENDO SOMENTE O COLO
E ATENÇAO DA MÃE.
LENDO ESTE ARTIGO, ACHO QUE ENCONTRAMOS UMA SOLUÇÃO MAIS
AMENA PARA RESOLVER ESTE CASO QUE JÁ ESTAVA NOS PREOCUPANDO.
PARABÉNS E OBRIGADA PELA DICA.