
Queridas Leitoras do Fala Mamãe!
Estaremos sempre na luta contra a violência sexual infantil.
Aqui é Carol Moreira, psicóloga do FalaMamãe e vamos falar sobre isso?
Leia tudo sobre esta realidade. Ela existe e pode estar acontecendo dentro da sua casa, já pensou nisso?
Aqui vai algumas dicas para você proteger os seus filhos e ficar atenta contra este mal.
A Organização Mundial de Saúde estima que cerca de 25% das crianças vivem algum tipo de violência sexual.
A violência sexual contra nossas crianças e adolescentes parece cada vez mais freqüente. O pior é que ela faz vítimas de diferentes sexos, idades, classes sociais, épocas, etc. Ela é cometida por homens e mulheres, principalmente por pessoas próximas a criança, com quem ela tem intimidade. Parece acontecer de forma aleatória, mas existem alguns fatores de risco para ficarmos “de olho” e algumas iniciativas que a família pode tomar para proteger a criança.
- Pesquisas revelam que as vítimas preferenciais são justamente aquelas que parecem que não vão contar pra ninguém, ou sejam, cujas famílias não apóiam, não acompanham de perto, crianças quietas por não estarem acostumadas a ser ouvidas, em outras palavras, negligenciadas. Disso vem um fator de risco: famílias que estão vivendo algum problema grave e que não estão emocionalmente disponíveis para a criança. Mas atenção: crianças que não se encaixam nessa descrição também podem ser vítimas.
- Se você já ouviu falar que pais e padrastos são campeões no lamentável ranking de abusadores, você está certa. Depois deles, outras pessoas de confiança como parentes, amigos da família, etc. É claro que isso não é motivo pra ninguém sair desconfiando deles, mas é motivo pra família e demais responsáveis pela criança ficarem atentos aos sinais que a criança certamente dará se ela tiver vivendo a violência, ouvi-la e não fazer “vista grossa”. Álcool e drogas são outros fatores de risco.
- Você pode ter se espantado de pensar que uma mãe faria “vista grossa”, mas é muito comum que mães estejam presas na complexa teia da violência sexual, portanto outros responsáveis terão que agir para proteger os pequenos. A denúncia formal (disque 100) é necessária para frear o abusador e a criança e sua família necessitarão de cuidados. A denúncia é anônima e você não precisa provar o que sabe.
- Converse com a criança de maneira apropriada a cada idade, a partir dos 5 anos. Antes disso, só historinhas bem lúdicas, pra não correr o risco de ser forte demais pra ela. Alguns estudiosos dizem que é legal falar pra criança que, a menos que você dê a permissão, ninguém poderá encostar onde fica o biquíni ou calçãozinho. E que ela sempre deve contar se alguém a fizer sentir alguma coisa “estranha” (aqui fica uma brecha, pois nem sempre a violência sexual vai causar uma sensação física ruim, muitas vezes o trauma só vai se instalar muito tempo depois, quando a criança puder compreender o que viveu).
Mamães, fiquem atentas sempre e lembrem-se que o perigo vem daquelas pessoas que às vezes menos esperamos.
Qualquer dúvida ou sugestão, falem no Comentário.
Carolina Moreira é psicóloga clínica e faz mestrado sobre o tema da violência sexual infantil.
Telefone para contato: 9114 8925.
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Tags:abuso sexual, filhos, madrastras, padrastros, pais, traumas, violência infantil, violência sexual infantil
Esse post foi publicado de quinta-feira, 1 de julho de 2010 às 15:44, e arquivado em Fala, Doutor. Você pode acompanhar os comentários desse post através do feed RSS 2.0.
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É gente esse assunto é muito delicado de se tratar mas extremamente necessário de se alertar.Que isso fique longe de nosso filhos porém não devemos negligenciar e achar que nunca acontecerá c a gente.Devemos sempre estar atentos ninguem conhece melhor nossos filhos k nós mães e estar sempre de olho em sinais por menores k seja,eu confio na minha familia,confio na babá mas nem por isso deixo de sempre estar de olho,crianças k vão a escola qdo pequenos k usam fraldas não falam direito ainda,não é exagero estar sempre conferindo o corpinho da criança,as genitarias qdo se faz troca de fralda.pq a gente ve cada coisa k até Deus duvida o ser humano esta muito frio e longe de Deus e essa atitude feia não fica escrito na testa pelo contrario as vezes acontecem com pessoas k menos se espera a gente nunca sabe da capacidade do ser humano,se a criança é comunicativa derrepente se cala se fecha é um sinal k algos esta errado com piscologico dela ou contrario se a criança é timida calada derrepente começa a ser agressiva,falante d+ falando bobagens k não seja apropriada olho vivo.Outra coisa internet muito cuidado meninas essa danada é muitissímo ultil e boa mas pode ser uma arma em casa se não saber usar,as criança começam cada vez mais cedo a usar as vezes até bloqueamos osaite inadequados a idade de seu filho,e achamos k orkut e msn são inofencivos cuidado,verifique sempre os contatos as mensagens não é invasão no espaço deles é prevençaõ eles as vezes podem até achar ruim mais explique que é para o bem de uma de “joão sem braço”e sempre k der expie as mensagens recebidas e hj em dia tem como salvar as conversass sem k eles perceba,isso evita não apenas pedofelia que vem da maneira mais inofenciva para as crianças mas tb drogas e coisas do tipo.
Oi, Ana Lúcia. Uma mãe percebe que o filho está sofrendo violência assim como ela percebe que ele está sofrendo outros problemas: pelo estresse, mudança no comportamento, sinais no corpo, relatos, desenhos, pelas brincadeiras inadequadas (conteúdo sexual), entre outros sinais. Gostaria de dizer da importância de as mães em geral ficarem tranquilas caso não existam esses sinais. Se você nunca percebeu nada disso, fique tranquila, mas atenta.
Oi Carol,
Tenho um filhinho de 2 anos e 3 meses. Ele fica em casa com a babá e nunca desconfiei de nada, nada mesmo. Mas a gente sempre fica preocupada, a gente assiste cada coisa na TV e o ser humano, infelizmente surpreende com ações terríveis. Como uma mãe percebe que o seu filho de 2 aninhos ou até menos pode estar sendo abusado sexualmente?
Abraços de Ana Lúcia.
As consequencias do abuso sexual são delicados,e ainda mais terríveis quando o abuso é praticado por um membro da família,q deveria “proteger” a criança/adolescente.
É um crime covarde e cruel.