
O meu pequeno está com febre de 39. E quando ele está assim, até esqueço do computador mas nunca esqueço do FalaMamãe, que é um dos maiores prazeres da minha vida poder compartilhar os meus sentimentos aqui com vocês.
Tudo que passo, que ouço, que leio, que pesquiso e vivo como mãe quero escrever aqui. Tudo mesmo.
Eu fico só pensando: Nossa, preciso falar disso no FalaMamãe. Nossa, que legal. Isso vai dar um post interessante!
E nesta semana nada muito fácil, conversei com o pediatra do Paulo Neto e ele me disse que está trabalhando cada dia mais tenso devido a pouca umidade do ar e ele me explicou também que sintomas como espirros, coriza, olhos lacrimejando é defesa do corpo humano contra o tempo seco. Isso ocorre porque as veias dilatam e o corpo responde com liberação de lÃquidos para equilibrar… sintomas que andam levando centenas de crianças aos consultórios mas que não passam de uma simples defesa.
E com tosse, febre, noites na nossa cama vem também a comprovação da segurança e do nosso amor que passamos para os nossos filhos. Quantas vezes eles não preferem a babá, as avós, os avôs ou qualquer outra pessoa que nos auxilia nos cuidados com eles? E já logo pensamos, será que o meu filho me ama muito e sabe que eu sou a mãe dele?
Leiam este post e comprovem que amor de pai e mãe não tem concorrência.
Nesta semana, não teve pra ninguém. O Paulo Neto quando não está no meu colo, já pede o papai. E assim, vamos nós dois com ele para o pediatra porque nem adianta mesmo qualquer outra companhia. A segurança que ele sente quando está em nossos braços é impressionante e é aà que comprovamos o amor e carinho que os nossos filhos sentem pela a gente. Que mãe às vezes não se sente insegura e trocada? Todas, minhas amigas.
Mas a relação de mãe-filho-pai é uma ligação única e que nem mesmo a melhor e mais carinhosa cuidadora irá concorrer com o amor de pai e mãe.
Digo isso com toda a certeza do mundo pela minha experiência como mãe e também por tudo que já li sobre o assunto e hoje resolvi escrever no blog por tudo que vivi esta semana com o meu filho que só pedia papai e mamãe para acalentá-lo.
O filho capta a importância que tem na vida da mãe e do pai e internaliza uma sensação de segurança que persiste mesmo quando não estamos presentes. E esta criança, que está segura do amor da mãe e do pai, tende a ficar feliz na creche, na escola, com a babá ou com avó.
O Pai mesmo sendo coadjuvante estabelece através de situações o elo paternal como a mãe. Lógico que ele não teve as mesmas oportunidades como a amamentação e até mesmo a gestação, mas um pai presente, que cuida, participa da rotina, dos cuidados, que pega no colo e canta para que o seu filho adormeça já fazem com que o bebê constrói um vÃnculo de amor pelo pai.
Não é feito só de amor. Amar todo mundo ama muito os seus filhos. O vÃnculo demanda acima de tudo, cuidado, atenção, acolhimento e total disponibilidade fÃsica e emocional. Isso, minha amigas, não sou eu que estou dizendo.  Um psicanalista inglês e um dos maiores estudiosos sobre o assunto, Donald Winnicott, dizia que no final da gravidez a mulher entra em um estado psÃquico conhecido como preocupação maternal primária – condição que a faz identificar totalmente com a criança se colocando no lugar do seu filho para priorizar as suas necessidades. Lindo demais, né? Mas existem alguns impecilhos para que a mãe não sente este prazer como a depressão ou através de vÃnculos nada afetuosos que viveu com a sua mãe.
É cuidando dos nossos filhos diariamente, priorizando-os em nossas vidas, educando-os mesmo que isso gere alguns conflitos e estando ativa nos princÃpios básicos de qualquer mãe como dar um banho, alimentá-lo, dar o carinho na hora de um choro, participando ativamente da vida de nossos filhos, brincando… é que todos os dias vamos fortificando este elo maravilhoso de amor, segurança, carinho e acima de tudo, o respeito de nossos filhos por nós, pais e mães que servem como porto seguro e espelho para uma vida toda.
Nesta semana, minha querida amiga Mey está comemorando os 2 aninhos de seu filho Pedro e juntas vivemos intensamente a maternidade o qual contruÃmos uma amizade forte e de muito respeito, tenho um imenso carinho e admiração pela mãe que é para o seu filho. Eu deixei um recado para ela da seguinte forma e quero compartilhar aqui com vocês:
Sejamos Mães sempre. Para que lá na frente não tenhamos a sensação de que foi por falta de mãe. Porque não existe mãe feliz se o filho não for feliz. Isso eu carrego dentro do meu coração todos os dias. E complementando aqui para todas as mamães leitoras: O mundo está aÃ, cada vez mais cheios de caminhos, mas precisamos ser fortes e persistentes sempre e isso, começa na gestação.
Obrigada, minhas amigas! Por poder viver tudo isso com vocês.
Abraços de Carol Siqueira.
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Olá blogueiro,
Dê ao seu filho o que há de melhor. Amamente!
Quando uma mulher fica grávida, ela e todos que estão à sua volta devem se preparar pra oferecer o que há de melhor para o bebê: o leite materno.
O leite materno é o único alimento que o bebê precisa, até os seis meses. Só depois se deve começar a variar a alimentação.
A amamentação pode durar até os dois anos ou mais.
Caso se interesse na divulgação de materiais e informações sobre esse tema, entre em contato com comunicacao@saude.gov.br
Obrigado pela colaboração!
Ministério da Saúde
Lindo,Lindo..o post..toda mãe tem essa dúvida mesmo,será que ele vai me amar menos por eu deixá-lo com outra pessoa?
Tenho um fofo de 1 ano e 2 meses..amamento no peito até hoje..e estou num forte dilema de desmame..vou voltar a trabalhar e me sinto insegura..se deixo com vovó ou arrumo uma babá..acho que é mais dificÃl para nós..mamães…
Parabéns pelo blog..acompanho sempre..