
Nós dois a caminho de casa depois de um dia de trabalho pra mim e um dia bem diferente para ele, na escolinha.
Para quem não sabe da novidade, meu pequeno está frequentando uma escolinha somente duas vezes na semana.
A minha decisão foi essa: inserir ele na nova vida de uma forma bem tranquila e sem o compromisso de ir todos os dias.
Ele está com muitas energias pra ficar em casa e moramos em apartamento, mesmo tendo um espaço legal, fico às vezes entediada de vê-lo entediado também.
Bom, mesmo ele indo só apenas dois dias da semana, o choro acontece. Meu coração de mãe fica apertadinho apesar de ser apenas 2 dias.
Mas na volta pra casa, espontâneamente ele me disse que me queria lá, que queria o meu colo.
E foi quando eu me surpreendi com um chamadinho bem gostoso, baixinho, com a chupeta na boca e bem cansadinho de um dia nada convencional, ele fala assim:
- Mãe!
- Oi, filho! – virei pra trás, pois estava dirigindo e ele sentado na sua cadeirinha.
- Amo você, mãe!
Juro por Deus que naquela hora, olhei bem nos olhinhos dele e vi uma sinceridade de uma profundeza sem fim. Ele olhava pra mim com ternura, amor, muito amor.
- Também, te amo meu filho! A mamãe te ama muito! – logo correspondi emocionada.
São por estes momentos, por estes novos sentimentos que ele está conhecendo cada vez mais, é que reforço aqui que a maternidade vale a pena em todos os sentidos. Nada mais neste mundo é tão precioso, intenso, forte do que escutar um eu te amo de meu pequeno grande homem que tem apenas 3 aninhos mas já sabe o que é amor.
Bom final de semana pra todas vocês e curtam muitos os seus filhotes. Cada minuto por eles vale uma vida inteira.
Bjos de Carol Siqueira.

Hoje iremos falar de um tema não muito explorado, mas que pode ocorrer na infância.
Transtornos alimentares como anorexia e bulimia são muito sérios, e devem ser tratado com muita responsabilidade e por profissionais especializados.
Frequente na adolescência, os transtornos alimentares têm se mostrado também presentes em crianças a partir de seis anos; e principalmente em meninas. Isso devido ao forte apelo da mídia, de um corpo escultural e um padrão de beleza inatingível.
As crianças são expostas a isto cada vez mais cedo. E é em casa que alguns aprendizados são sedimentados, pois a preocupação constante (principalmente da mamãe) em emagrecer, o hábito de se viver de dieta, de não poder comer isso ou aquilo porque engorda, e a eterna briga com a balança; só faz com que a criança assimile que aquilo que ela vê na televisão, internet, está correto. E assim, acredita que para ser amada, ser aceita pela sociedade, pelos coleguinhas e pais, precisa fazer como todos os demais.
Recebem apelidos terríveis, que mexem com a auto-estima delas. Isto já ocorre há muitos e muitos anos. Porém, neste século, onde a busca pela aparência perfeita é incansável, e considerando-se o que as crianças vêem e escutam em casa, este estilo de vida é reforçado.
Podemos colaborar com o aparecimento de transtornos alimentares cada vez mais precoces. Não estou dizendo que a culpa é dos pais, mas tudo que é dito em casa, deve ser pensado e falado com muita sabedoria. As crianças querem sempre imitar o que os pais fazem. Eles são seu maior exemplo.
Vão aqui algumas dicas; mas saiba que é apenas uma ajuda para aquelas mães que estão desconfiadas que algo diferente está ocorrendo. O diagnóstico só pode ser dado pelo médico ou psicólogo depois de uma análise profunda do caso. Então vamos lá?
Mamães, vamos ficar atentas! Estes transtornos parecem ser raros, mas já ocorrem com uma freqüência bem maior que imaginamos. Cuidado com tudo que é dito dentro de casa! Faça sua criança se sentir amada do modo que ela é, e diga sempre isto a ela. Converse na escola, se ela for vítima de chacotas devido ao excesso de peso e não descanse até este problema ser resolvido.
Se o excesso de peso da criança é preocupante, trate da forma mais natural possível e com a ajuda de especialistas. Tome cuidado para não isto não tornar uma obsessão! E qualquer desconfiança, não exite em pedir ajuda de bons especialistas. Pode ser que não seja nada, mas se for, quanto mais cedo a criança for tratada, melhor.
Beijos,
Anna Raquel Mello é Nutricionista, Personal Diet e tem aperfeiçoamento em Terapia Enteral e Parenteral em Pediatria.
CRN: 104811
Telefone: (034)9681 – 8910
Você gostou deste post? Comente! A Dra.Anna Raquel está a disposição para tirar dúvidas e compartilhar juntas nossas experiências.

Andei meio sumidinha por aqui, né? Pois é! Eu estava off mesmo para aproveitar um final de semana em família totalmente relax.
Comi bastante, descansei, aproveitei cada segundinho em família e dormi maravilhosamente bem!
E pensando nisso tudo, resolvi escrever este post. Não pelo fato da viagem deste final de semana mas pela grande mudança que está acontecendo na minha vida.
Quem me segue no twitter já pode ter lido que estou com alergia a glúten. Mas o que é isso, meu Deus?!
Tudo que eu vou comer eu tenho que ler o rótulo antes e pior, é quase tudo mesmo. Pães, quitandas, Nescau, Todynho (que eu amo!), macarrão e mais um milhão de coisas, eu não posso comer. Acho que vai ser temporariamente, se Deus quiser.
Primeiro resisti ao diagnóstico, continuei a comer tudo que não me faz muito bem mas até que a ficha caiu, é melhor eu me cuidar agora antes que fique crônico. Então entrei de cabeça nessa minha nova vida.
E vou falar pra vocês: estou gostando! É bem difícil, mas é só uma alergia e sei que vai passar.
E tirar o glúten do meu cardápio está me ajudando a ficar com a barriguinha mais enxuta, estou ficando mais disposta e feliz!
E disso tudo o que eu estou vivendo, hoje dedico este post a todas nós, mães, que com a correria com as nossas crianças, sejam elas bebês de colo ou já bem grandinhas, às vezes ficamos totalmente exaustas, estressadas, cansadas e com um olho lá na nuca (o que é normal para quem é mãe como nós).
E você, mamãe? Já parou um pouquinho pra relaxar, fazer um check-up, exercitar, fazer o que gosta, cuidar da saúde e da beleza que vem de dentro pra fora?!

Quem lê o FalaMamãe, sabe da minha trajetória no comecinho deste ano, das escolas que visitei e depois da decisão de tirá-lo, que por minha vontade, queria mais um tempo com o meu filho já que eu posso ficar com ele full time.
Mas agora é pra valer. No ano que vem o meu pequeno irá completar 4 aninhos e ele já precisa frequentar uma escola e já começar na sua caminhada do saber.
E pra falar a verdade, eu sou uma mãe tão indecisa quanto a escola do Paulo Neto porque eu sei o quanto o ensino básico, o agora, é essencial para ele. É a terra que precisa ser bem cuidada e depois jogar a semente para ela poder crescer.
E o meu dilema sempre cai na seguinte questão:
Optar por um método diferente do qual fui criada mas porém muito interessante para essas crianças cujo aprendizado estão além da escola ou ficar num método que eu fui escolarizada e com a certeza, de que para mim, deu certo?
O ensino mudou e muito, e junto com as nossas crianças. Um simples detalhe na escola faz toda a diferença na infância da criança e não podemos negar que…
Com essa visão amplificada, me volto para dentro da minha casa e faço um raio X do meu filho e tento de alguma maneira enxergar uma escola que vai de encontro com a nossa vida porque a escola é sim uma extensão da nossa casa e os valores precisam casar.
E mais uma vez me pego no meu dilema da metodologia.
O método tradicional foi usado durante muitos anos pela maioria das escolas onde nós (pais) estudamos e consiste na passagem da informação pelo professor para os alunos que assistem as aulas. A lição é um reforço do condicionamento dado em sala de aula.
No método construtivista o professor é um mediador entre os alunos e a informação. À partir de situações cotidianas, da natureza ou fantasiosas (história de um livro ou desenho animado) as crianças buscam informações sobre o conhecimento e tiram suas próprias conclusões. A lição de casa é uma pesquisa que auxilia no encontro das respostas.
Bom, meninas!
Alguns pais já fazem planos da faculdade que o filho vai estudar, do curso que ele vai escolher e etc. Mas o que eu quero que vocês entendam é que a complexidade da escola agora no ensino fundamental é tão importante quanto lá na frente. Quem vê por estes ângulos, com certeza também irá ficar bem instigada a saber e conhecer melhor cada escola antes da escolha.
É importante também entender que a escola precisa fermentar a criatividade de nossos filhos porque os profissionais que hoje estão se saindo melhor nas empresas são aqueles capazes de serem flexíveis, criativos e com grande capacidade e inteligência emocional.
E vou finalizar este post com a frase de minha amiga, tia do Paulo Neto e grande educadora Lúbia Tosta:
A escola pode ser para o seu filho uma gaiola!
Meninas! Aqui está bem pequeno mas o conteúdo é de primeiríssima. José Pacheco é um grande educador, natural de Portugal e está vindo com exclusividade em Uberlândia no Centro Educacional Maria de Nazaré.
Este convite é para todos os professores e pais que querem o melhor para os seus filhos. Venham e vamos aprender todos juntos que a escola é um braço e grande aliada para a família.
Bjos de Carol Siqueira.